Após análise do movimento de greve em assembléia realizada nesta terça feira dia 30 de agosto de 2011, o campus Guaris decidiu por unanimidade manter a greve, aguardando a nova reunião do SINASFE com o MEC agendada para o dia 06 de setembro. Ficou marcada para o próximo dia 08 uma nova assembléia no campus às 16:00h.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
1ª Reunião dos Comandos de Greve do IFF.
As anotações da 1ª Reunião dos Comandos de Greve do IFF.
"I- Buscar a UNIDADE / mesma CONVICÇÃO sobre o momento propício para o movimento.
· Perdas / três anos sem nenhum reajuste / distorções nos planos de carreira;
· Necessidade de esclarecimentos sobre os itens da pauta;
· O papel estratégico da nossa Rede hoje – elemento novo, fruto da expansão. Esta, acabou por ampliar o nº de servidores, fortalecendo o movimento.
· Sempre lutar em prol dos docentes + técnico-administrativos + aposentados/pensionistas;
· Organizar material ‘didático’ unificando os argumentos.
II- Organizar QUADROS COMPARATIVOS sobre:
· Gastos da previdência
· Dívidas / juros
· Gastos do governo
· Nº de servidores no executivo hoje e há 20 anos
III- EVENTOS:
· Cine-Debate com alunos
· Carta aos pais/responsáveis
· Encontro sistêmico e/ou Assembléia Sistêmica para os servidores
· Aulas Públicas sobre algum assunto que possa se relacionar com a greve. Ex: dívida interna / desigualdade social / violência, etc.
IV- AÇÕES:
· Criação do Comando Unificado/Sistêmico
· Criação de uma Comissão Sistêmica Executiva"
B. Composição preliminar da Comissão Executiva do Comando de Greve Unificado
- Campus Bom Jesus: Fernando Carvalho
- Campus Cabo Frio: Maycon Bezerra
- Campus Campos Centro: Gustavo Siqueira
- Campus Campos Guarus: Thiago Ferreira
- Campus Itaperuna: Gustavo Lemos
- Campus Quissamã: Tiago Ribeiro
- Campus Macaé: Alexandre Elias
C. A primeira reunião da Comissão Executiva está agendada para dia 30/08, terça-feira, às 19h, no Campus Campos Centro
A próxima reunião dos Comandos de Greve está agendada para dia 05/09, segunda-feira, às 14h, no Campus Guarus.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Salários dos Professores das Federais já estão piores do que no Governo FHC
POR INCRÍVEL QUE PAREÇA

Este texto se propõe a comparar os salários destas carreiras, desde o ano de 1998 até 2011, dentro de sua principal referência, que é o salário inicial de um pesquisador/professor com doutorado.
Metodologia
Para esta comparação, foram utilizados dados obtidos junto ao Relatório intitulado “Tabela de Remuneração dos Servidores Públicos Federais”, disponibilizado pelo Governo Federal em sua página do servidor.
Foram comparados dados de três carreiras distintas:
· Professor Adjunto 1 em Dedicação Exclusiva com Doutorado, das Universidades Federais, estando este na ativa e recebendo a Gratificação de Estímulo a Docência (GED);Todas as carreiras tiveram como base o salário inicial, com as gratificações a que os servidores possuem direito, como a GED, durante o Governo Fernando Henrique. Esta gratificação foi incorporada posteriormente.
· Pesquisador do IPEA;
· Pesquisador do Ministério de Ciência e Tecnologia, com doutorado.
Para o cálculo da inflação foi utilizado o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), do IBGE, obtido junto ao banco de dados do IPEA.
O ano de 1998 foi escolhido como base pelo fato de ser o primeiro ano com o lançamento do caderno com os salários do Governo Federal.
Resultados
O que se vê no gráfico 1, com o salário nominal das três carreiras, é certa equivalência, estando inicialmente o pesquisador da carreira de Ciência e Tecnologia com salário abaixo das demais. O professor adjunto era o que percebia a maior remuneração em 1998 (R$ 3.388,31), quando calculado com a GED cheia (140 pontos).
Gráfico 1 – Salário nominal das carreiras, desde 1998.
Quando observada a evolução salarial das carreiras, verifica-se que os docentes das universidades federais tiveram seus salários reajustados bem abaixo das demais. O pesquisador do IPEA recebe em 2011, de salário inicial, aproximadamente R$ 13 mil, enquanto os docentes com doutorado pouco mais de R$ 7,3 mil. Os pesquisadores do MCT recebem pouco mais de R$ 10,3 mil. Quando calculado o percentual de distorção, verifica-se que para equiparar-se aos salários do MCT, seria preciso um reajuste no salário dos docentes por volta de 41,1%, e para equiparar-se aos do IPEA, seria necessário um reajuste de 76,7%.
Esta distorção se mostra ainda mais evidente quando descontada a inflação pelo IPCA, com base em 1998.
Gráfico 2 – Salário real das carreiras, descontada a inflação, desde 1998.
Verifica-se que houve perda salarial dos professores quando descontada a inflação do período. O salário real do professor é 2,8% inferior ao primeiro ano da série (1998). As outras duas carreiras tiveram ganhos reais dentro deste período.
Quando colocado em Base 100, descontada a inflação do período, a distorção fica ainda mais evidente, como pode ser verificado no Gráfico 3.
Gráfico 3 – Salário real das carreiras com Base 100, descontada a inflação desde 1998.
Dada a proposta do Governo de reajuste de 4% no próximo ano e posterior congelamento do vencimento, com discussão apenas em 2013, a perda em relação à 1998 é significativa, considerando a previsão de inflação de 6,5% para o ano de 2011 e 5% para os anos de 2012 e 2013. Caso a categoria aceite esta proposta, o Professor Adjunto 1 deverá receber por volta de 86% do que recebia em 1998, já descontada a inflação pelo IPCA, conforme pode ser visto no Gráfico 4.
É possível verificar certa estabilidade nos vencimentos dos professores, desde o ano de 1998. Não há ganho significativo do salário em nenhum momento, apenas a reposição da inflação, seja no Governo FHC, seja no Governo Lula.
Gráfico 4 – Previsão de salário real das carreiras até 2014 na hipótese de aceitação da proposta do Governo, com Base 100, descontada a inflação desde 1998.
4 – Conclusão
A proposta oferecida pelo Governo Federal, além de não atender ao que teria sido acertado, de equiparação com a carreira do Ministério da Ciência e Tecnologia, ainda representa enorme perda potencial durante o Governo Dilma.
Os resultados mostraram que a realidade hoje é ainda pior do que em 1998, quando foi concedida a GED, para aqueles que a recebiam em sua totalidade, quando alcançado os 140 pontos.
5 – Referências
IPEADATA – www.ipeadata.gov.br Dados do Servidor – www.servidor.gov.br
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
PROJETO DE LEI INSTITUI O REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PARA OS SERVIDORES PÚLICOS FEDERAIS
O projeto de lei institui o regime de previdência complementar para os
servidores públicos federais titulares de cargo efetivo, fixa o limite
máximo para a concessão de aposentadorias e pensões, autoriza a criação de
entidade fechada de previdência complementar denominada Fundação de
Previdência Complementar do Servidor Público Federal - Funpresp, entre
outros.
http://www.andes.org.br/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=4836
máximo para a concessão de aposentadorias e pensões, autoriza a criação de
entidade fechada de previdência complementar denominada Fundação de
Previdência Complementar do Servidor Público Federal - Funpresp, entre
outros.
http://www.andes.org.br/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=4836
Professores e alunos da Unifesp fazem manifestação na Av. Paulista
Paulo GuilhermeDo G1, em São Paulo
Estudantes e professores fazem apitaço para os motoristas na Avenida Paulista (Foto: Paulo Guilherme/G1)Cerca de 500 pessoas, entre estudantes, professores e funcionários da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) fizeram por volta de 12h desta quarta-feira (24) na Avenida Paulista, região central de São Paulo. A universidade enfrenta greve de servidores e funcionários nos campi de Santos e Diadema. Também participaram da manifestação representantes da Universidade Federal do ABC e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo.
A manifstação foi acompanhada por soldados da Polícia Militar e não atrapalhou o trânsito na região. Com apitos na boca, estudantes aderiram ao movimento dos docentes e fizeram um apitaço no semáforo em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). "Dilma, hoje a aula é na rua", gritavam os alunos, com faixas pedindo aumento para 10% do Produto Interno Bruto (PIB) o investimento em educação.
Estudantes exibiram faixas por melhoria na educação (Foto: Paulo Guilherme/G1)Entre as reivindicações dos docentes estão mais verbas para a educação pública, gratuita, de qualidade e em todos os níveis, defesa da valorização dos salários e da carreira de professores e servidores técnicos em educação, melhoria das condições de trabalho e contratação de pessoal nas universidades federais, principalmente nas unidades recém criadas pelo governo federal.
"O governo anunciou expansão da rede de universidades e institutos federais mas é preciso investimento forte do governo para a consolidação deste projeto", destaca a professora Soraya Smaili, vice-presidente da Associação dos Docentes da Unifesp. Ao final, os manifestantes caminharam por uma faixa da avenida até a esquina com a Rua da Consolação.

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