quinta-feira, 21 de junho de 2012
Comando de Greve - Informe 01/2012
Informe
à comunidade
Hoje,
dia 21 de Junho de 2012, o comando de greve do IFF – Guarus, reuniu-se pela
primeira vez para instaurar diretrizes iniciais do movimento grevista.
Após
assembleia realizada no dia 20 de junho de 2012 no auditório Roberto Faria, no Instituto
Federal Fluminense – Campus Campos-Guarus,
os servidores decidiram democraticamente pela adesão ao movimento grevista
iniciado há um mês pela maioria das Instituições Federais de Ensino.
Os
servidores consideram o momento propício, uma vez que há um movimento
fortalecido pela participação unificada dos sindicatos representantes das
classes educacionais envolvidas (ANDES, FASUBRA, SINASEFE, PROIFES).
Somos
conscientes de que uma greve traz prejuízos tanto aos alunos quanto a nós, servidores;
porém, infelizmente, essa ainda é a única ferramenta um pouco mais eficaz para
buscarmos melhorias para a Educação. Diferente da manifestação grevista de
outras classes, como por exemplo bancários, motoristas de ônibus, policiais,
que causa um impacto imediato a toda população, os impactos positivos da nossa
manifestação, muitas vezes, só serão percebidos a longo prazo, tendo como
reflexo um ensino de melhor qualidade, servidores mais motivados e, consequentemente, cidadãos mais
qualificados para atender ao mercado de
trabalho, uma vez que o foco dessa Instituição é a formação
técnica-profissional.
Diante
dessa situação pedimos apoio à sociedade, sobretudo a nossos alunos e a seus familiares,
para que entendam que a nossa causa é a causa de TODOS, por melhores salários,
por melhores condições de trabalho, para que tenhamos um EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
Buscando
minimizar os prejuízos, principalmente em relação à vida acadêmica dos alunos,
decidimos, nesse primeiro momento, manter as viagens previstas à Rio + 20 e as
avaliações bimestrais já marcadas, encerrando assim o ciclo bimestral.
Informamos que essas atividades deverão se concentrar no
Bloco A.
Também
informamos que os setores essenciais funcionarão diariamente em horário
especial, das 13h às 17h. Segue
abaixo a lista dos setores que estarão em funcionamento:
- Administração;
- Gestão de pessoas;
- Micródomo;
- Núcleo social;
- Pesquisa e extensão;
- Protocolo;
- Registro acadêmico;
- TI.
Os projetos de Pesquisa e Extensão continuarão em andamento. Solicitamos aos coordenadores que entrem em contato com os setores necessários ao seu funcionamento para fazer as previsões necessárias.
- Administração;
- Gestão de pessoas;
- Micródomo;
- Núcleo social;
- Pesquisa e extensão;
- Protocolo;
- Registro acadêmico;
- TI.
Os projetos de Pesquisa e Extensão continuarão em andamento. Solicitamos aos coordenadores que entrem em contato com os setores necessários ao seu funcionamento para fazer as previsões necessárias.
O
comando de greve se reunirá na próxima terça-feira (26/06/12) para deliberar
sobre assuntos e ações que surgirão ao longo do movimento.
Contamos
com a compreensão e participação de todos, alunos, servidores, familiares e
comunidade externa.
Atenciosamente,
COMANDO
DE GREVE
Greve no Campus Campos-Guarus
Após
assembleia realizada no dia 20 de junho de 2012 no auditório Roberto Faria, no Instituto
Federal Fluminense – Campus Campos-Guarus,
os servidores decidiram democraticamente pela adesão ao movimento grevista
iniciado há um mês pela maioria das Instituições Federais de Ensino.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Decisão da assembleia do dia 23/09
Na assembleia realizada nesta sexta-feira, dia 23/09, os servidores do IFF Campus Campos Guarus decidiram pela suspensão da greve e pelo retorno unificado às atividades no dia 28/09, quarta-feira.
Os servidores decidiram aceitar a proposta do governo para garantir a participação do SINASEFE nos GT's acordados na proposta. Ficou decidido ainda a manutenção do "Estado de Greve" com nossas atenções concentrdas na realização dos GT's, no acompanhamento do cronograma e na efetivação do que for negociado e acordado nestes GT's.
Os servidores decidiram aceitar a proposta do governo para garantir a participação do SINASEFE nos GT's acordados na proposta. Ficou decidido ainda a manutenção do "Estado de Greve" com nossas atenções concentrdas na realização dos GT's, no acompanhamento do cronograma e na efetivação do que for negociado e acordado nestes GT's.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Informe ANDES: Clima tenso marca primeira reunião para discutir carreira
Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - ANDES-SN
Data: 14/09/2011
Clima tenso marca primeira reunião para discutir carreira
Após muita discussão, entidades e governo definem calendário para desenvolvimento dos trabalhos
A primeira reunião entre o ANDES-SN, o governo e entidades representativas, para discutir a reestruturação da carreira docente deveria ser para definir calendário e metodologia de funcionamento do grupo de trabalho. No entanto, o encontro, além de prolongado, foi marcado pelo clima tenso já no início, quanto os dirigentes do Sinasefe foram proibidos de participar do mesmo.
Apesar do texto do acordo especificar que comporiam o grupo de trabalho, o ANDES-SN, o Proifes e demais entidades representativas, o Secretário de Recursos Humanos do MP, Duvanier Paiva, se recusou a autorizar a participação do Sinasefe, sob a argumentação de que não negociaria com grevistas.
Revoltados, os dirigentes das entidades afirmaram que não fazia sentido o Sinasefe não estar presente na reunião. Diante da confusão, o representante do MP tentou suspender a reunião, mas as entidades se manifestaram contrárias, uma vez que o acordo firmado previa que o encontro deveria acontecer neste dia 14.
Após momentos de muita tensão, foi dado início à reunião. Paiva disse que abordaria num primeiro momento a portaria que estabelece o grupo de trabalho e depois o decreto que trata da progressão dos docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Ebtt).
Antes de dar continuidade aos trabalhos, o ANDES-SN questionou o governo acerca da tabela errada, anexa ao projeto de lei que foi encaminhado ao Congresso, referente ao acordo emergencial firmado no final de agosto, que não corresponde àquela anexada à minuta do acordo.
O secretário admitiu o erro por parte do MP e sustentou a validade da tabela do acordo. Paiva se comprometeu a encaminhar documento às entidades até segunda-feira (14) explicando o erro e qual será o procedimento para retratação do mesmo.
A segunda questão levantada pelas entidades foi a novidade apresentada pelo governo na seção 24 do projeto de lei encaminhado no dia 31 de agosto ao Congresso. O documento estabelece uma nova legislação referente a insalubridade, alterando o artigo 68 Regime Jurídico Único (RJU), questão que não foi tratada nem na mesa geral de negociação dos servidores públicos federais, nem na específica com os docentes. A nova lei determina valores nominais para a indenização de insalubridade e desvincula do benefício do vencimento base (VB).
Questionado pelas entidades, Paiva informou que esse assunto foi tratado no âmbito dos fóruns de saúde dos servidores. Segundo ele, a questão se refere a gestão de pessoal e não está relacionada com o acordo específico da categoria docente. O secretário foi enfático ao afirmar que o governo não mudará sua proposição, a qual vale para o conjunto dos servidores.
Após muito debate em torno da questão, o representante do governo se manteve irredutível, afirmando que só se compromete a encaminhar o que for acordado naquela mesa. De acordo com ele, em outros assuntos, o governo fará valer sua política.
Frente à postura do secretário, o ANDES-SN ressaltou que o clima posto na mesa era muito difícil, pois coloca em questão a própria validade do processo do grupo de trabalho. Para o Sindicato Nacional, a posição do governo leva a um grave retrocesso em um direito social.
Em seguida, o governo apresentou a regulamentação da carreira de Ebtt. As entidades questionaram o conteúdo do decreto, que segundo avaliação da exorbita e distorce a legislação, ferindo direitos já garantidos por lei aos professores.
Diante do exposto, o governo se comprometeu a reunir representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC para avaliar as proposições e análises críticas das entidades. O tema será retomado numa reunião específica em 6 de outubro.
Em relação a metodologia para o debate de reestruturação da carreira docente ficou determinado que o grupo de trabalho terá três representantes titulares e dois suplentes por entidade. A participação nas oficinas será aberta. Paiva condicionou a presença do Sinasefe no grupo ao término da greve da entidade.
Foi acordado que tanto as entidades quanto governo darão ampla divulgação aos seus relatórios das reuniões. Tanto as entidades quanto o governo.
Confira o calendário do GT e das oficinas:
13/10 - oficina para apresentação das propostas;
27/10 - reunião do grupo de trabalho para problematizar, identificando convergências e elaborar alternativas (se possíveis) para as divergências das propostas;
24/11 - oficina para discutir os pontos divergentes;
01/12 - reunião do grupo de trabalho trabalhar a síntese das divergências buscando afunilar proposições, se possível;
8/12 - reunião da mesa de negociação para avaliação do processo e elaboração de relatório;
Data: 14/09/2011
Clima tenso marca primeira reunião para discutir carreira
Após muita discussão, entidades e governo definem calendário para desenvolvimento dos trabalhos
A primeira reunião entre o ANDES-SN, o governo e entidades representativas, para discutir a reestruturação da carreira docente deveria ser para definir calendário e metodologia de funcionamento do grupo de trabalho. No entanto, o encontro, além de prolongado, foi marcado pelo clima tenso já no início, quanto os dirigentes do Sinasefe foram proibidos de participar do mesmo.
Apesar do texto do acordo especificar que comporiam o grupo de trabalho, o ANDES-SN, o Proifes e demais entidades representativas, o Secretário de Recursos Humanos do MP, Duvanier Paiva, se recusou a autorizar a participação do Sinasefe, sob a argumentação de que não negociaria com grevistas.
Revoltados, os dirigentes das entidades afirmaram que não fazia sentido o Sinasefe não estar presente na reunião. Diante da confusão, o representante do MP tentou suspender a reunião, mas as entidades se manifestaram contrárias, uma vez que o acordo firmado previa que o encontro deveria acontecer neste dia 14.
Após momentos de muita tensão, foi dado início à reunião. Paiva disse que abordaria num primeiro momento a portaria que estabelece o grupo de trabalho e depois o decreto que trata da progressão dos docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Ebtt).
Antes de dar continuidade aos trabalhos, o ANDES-SN questionou o governo acerca da tabela errada, anexa ao projeto de lei que foi encaminhado ao Congresso, referente ao acordo emergencial firmado no final de agosto, que não corresponde àquela anexada à minuta do acordo.
O secretário admitiu o erro por parte do MP e sustentou a validade da tabela do acordo. Paiva se comprometeu a encaminhar documento às entidades até segunda-feira (14) explicando o erro e qual será o procedimento para retratação do mesmo.
A segunda questão levantada pelas entidades foi a novidade apresentada pelo governo na seção 24 do projeto de lei encaminhado no dia 31 de agosto ao Congresso. O documento estabelece uma nova legislação referente a insalubridade, alterando o artigo 68 Regime Jurídico Único (RJU), questão que não foi tratada nem na mesa geral de negociação dos servidores públicos federais, nem na específica com os docentes. A nova lei determina valores nominais para a indenização de insalubridade e desvincula do benefício do vencimento base (VB).
Questionado pelas entidades, Paiva informou que esse assunto foi tratado no âmbito dos fóruns de saúde dos servidores. Segundo ele, a questão se refere a gestão de pessoal e não está relacionada com o acordo específico da categoria docente. O secretário foi enfático ao afirmar que o governo não mudará sua proposição, a qual vale para o conjunto dos servidores.
Após muito debate em torno da questão, o representante do governo se manteve irredutível, afirmando que só se compromete a encaminhar o que for acordado naquela mesa. De acordo com ele, em outros assuntos, o governo fará valer sua política.
Frente à postura do secretário, o ANDES-SN ressaltou que o clima posto na mesa era muito difícil, pois coloca em questão a própria validade do processo do grupo de trabalho. Para o Sindicato Nacional, a posição do governo leva a um grave retrocesso em um direito social.
Em seguida, o governo apresentou a regulamentação da carreira de Ebtt. As entidades questionaram o conteúdo do decreto, que segundo avaliação da exorbita e distorce a legislação, ferindo direitos já garantidos por lei aos professores.
Diante do exposto, o governo se comprometeu a reunir representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC para avaliar as proposições e análises críticas das entidades. O tema será retomado numa reunião específica em 6 de outubro.
Em relação a metodologia para o debate de reestruturação da carreira docente ficou determinado que o grupo de trabalho terá três representantes titulares e dois suplentes por entidade. A participação nas oficinas será aberta. Paiva condicionou a presença do Sinasefe no grupo ao término da greve da entidade.
Foi acordado que tanto as entidades quanto governo darão ampla divulgação aos seus relatórios das reuniões. Tanto as entidades quanto o governo.
Confira o calendário do GT e das oficinas:
13/10 - oficina para apresentação das propostas;
27/10 - reunião do grupo de trabalho para problematizar, identificando convergências e elaborar alternativas (se possíveis) para as divergências das propostas;
24/11 - oficina para discutir os pontos divergentes;
01/12 - reunião do grupo de trabalho trabalhar a síntese das divergências buscando afunilar proposições, se possível;
8/12 - reunião da mesa de negociação para avaliação do processo e elaboração de relatório;
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